segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ONG maRSeguro na Abertura da Operação Golfinho

No sábado dia 17/12, às 14h na praia de Capão da Canoa, a ong maRSeguro esteve presente na abertura da operação golfinho.
Pedindo: “ Governador Tarso, adquira os JETSKIs para equipar os salvar vidas, o Litoral Gaúcho PEDE SOCORRO,..chega de afogamentos.”
ONG-Marseguro- Instituto Thiago Rufatto






domingo, 26 de junho de 2011

Adquira já sua camiseta da ONG maRSeguro

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Uma prova disso é a mistura entre algodão e garrafa PET na composição de seus fios. Use, abuse e salve a natureza.

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Não deixe a turma do surf ficar incompleta

Vídeo institucional da ONG maRSeguro que mostra o depoimento da mãe de Thiago Rufatto, a Neuza Rufatto, que é a presidente da nossa organização, e também dos amigos que estavam junto no dia do incidente.

Seja consciente, antes de entrar no mar, percorra toda a área de surf para ver se não há nada que possa comprometer sua segurança, verifique por cabos na areia e bóias dentro do mar.

Denuncie redes em áreas de surf através do 190 e também através do nosso email (ong.marseguro@gmail.com).

Produção e Direção: Fernanda Schonardie

ONG maRSeguro - Instituto Thiago Rufatto



segunda-feira, 20 de junho de 2011

Resultados do debate sobre as áreas de surf/pesca em Imbé


Aconteceu hoje, dia 20 de junho de 2011, uma audiência pública para debater as áreas de surf e pesca no Município de Imbé, em torno de 50 representantes das duas categorias fizeram-se presente na Câmara de Vereadores do município.


Antes do debate os principais representantes do pescadores, surfistas e políticos, reuniram-se a fim de esclarecer alguns pontos, levando suas decisões para o público. Porém, ficamos sem definição alguma.

O que acontece atualmente no Município de Imbé é que há diversas áreas de surf, entre as áreas de pesca, porém, a maioria delas não chega na extensão mínima permitida, que é 2.1 km. O que os surfistas dessa região querem é, unificar essas áreas. Com o objetivo de tornar o surf e a pesca da região organizados.


De um lado se surfa, do outro se pesca. Os benefícios dessa divisão viriam para as duas partes, os pescadores não teriam os surfistas entre suas redes, espantando seus peixes. Os surfistas não precisariam surfar preocupados com as redes, e nem preocupados em aumentar a estatística que já contabiliza 49 pessoas mortas nesse tipo de rede, que tem seu cabo fixo à praia.

Para acontecer essa divisão é necessário remanejar 6 (seis) cabos, ou seja, seis pescadores precisam mudar seu local de pesca. Foi aí que o assunto ficou indefinido. Na pré-reunião a Sra Nilza, titular de um desses cabos falou em nome de seus companheiros, que aceitava o remanejo, visto que a FGSurf empenhou-se em levantar os recursos para realizar essa troca de local, os pescadores não teriam nenhum custo com isso. Já na audiência pública os outros pescadores se mostraram contra a posição de Nilza. Os donos desses 6 cabos irão se reunir para discutir se tem interesse em fazer essa mudança e pra onde querem ir. Eles podem simplesmente dizer que não querem sair dali, ou - dificilmente - escolher outro local para colocar seus cabos.

Público presente no debate



Vale registrar também o que um dos vereadores presentes, o Sr. José Paulo Firme da Rosa - CABO FIRME (retificado o nome do vereador com a dica de Fábio Souza), falou aos gritos que Orlando Carvalho estava querendo comprar os pescadores, sendo que a proposta seria arcar com os custos do remanejo, mas não comprá-los.

Resumo: Ficou definido que os pescadores vão definir como vai ficar. Realmente redundante.

Os políticos presentes eram: Presidente da Câmara de Vereadores de Imbé, o vereador Nilton da Presidente, 1º vice-presidente, Vereador Dino, Vereador Jair Grassi, Vereador Cabo Firme, Vereador Ique, Vereador Marco Antonio de Quadros, Vereador Fabricio Rebechi Haubert, Vereador Nilton Gaudério.

Orlando Carvalho - Presidente da Federação Gaúcha de Surf - Foto: Tiago Cardoso
Darcy Luciano Dias - Prefeito de Imbé - Foto: Tiago Cardoso
Perseu Barbosa - Presidente da Associação dos Pescadores de Imbé - Foto: Tiago Cardoso
O principal articulador na mesa representando os pescadores foi Perseu Barbosa, presidente da Associação de Pescadores de Imbé, enquanto Orlando Carvalho da Federação Gaúcha de Surf (FGSurf) realizou seu discurso representando os surfistas de Imbé e do Rio Grande do Sul.

Dentre os mais de 20 surfistas presentes no público estavam também os representantes de outras praias e associações: Cristian Winter, presidente da Associação de Surf e Proteção de Atlântida, o presidente da Federação Gaúcha de Tow-In, César Kruger, Toninho, que é vice-presidente da Associação de Surf de Imbé, a Associação de Surf de Cidreira (ASC) compareceu em peso, com seu presidente Eduardo Freitas, vice Dennis Vilarinho, 1º Secretário Fábio Guedes e 2º Secretário Daniel Portela. Eduardo Rapach estava fazendo a cobertura pro site Ondas do Sul. A Associação de Salva-Vidas Civis presente, foi representada por César Belmonte e Otávio Medina, o quais também representaram a ONG maRSeguro junto com Fábio Lucas de Souza e Tiago Cardoso.











domingo, 19 de junho de 2011

Audiência Pública para discutir áreas de pesca e surf em Imbé

Comunidade do Surf unida para evitar a 50ª morte em redes na costa gaúcha

            A Federação Gaúcha de Surf (FGSurf) convoca todos os surfistas, familiares e simpatizantes do nosso esporte, para uma audiência pública na Câmara de Vereadores de Imbé, nesta segunda-feira (20/06) às 15 horas, para discutir uma solução para as áreas destinadas a pratica esportiva (Surf) nos balneários de Mariluz, Albatroz, Santa Terezinha, Imara e Imbé.
            A audiência foi solicitada pela Federação Gaúcha de Surf através do vereador Fabrício Rebech, que de pronto atendeu ao pedido. Os surfistas precisarão comparecer em bom número para buscar a sensibilização dos parlamentares frente ao problema. “Precisamos mostrar nossa força e acima de tudo que queremos defender a vida. O respeito às áreas é um primeiro passo para que não tenhamos mais mortes no Rio Grande do Sul. Mas queremos o fim deste modelo ultrapassado de pesca, que oferece risco para a vida de milhares”, comentou Orlando Carvalho, presidente da FGSurf.
            Para denunciar uma rede ou cabo fixo contate o presidente da FGSurf através do telefone 51 78126317, ou do e-mail orlandocarvalho@fgsurf.com.br.



Gabriel de Mello
Assessoria de Comunicação da Federação Gaúcha de Surf
51 99429922 – imprensafgsurf@gmail.com - @FGSurf  

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Audiência Pública em Imbé - Dia 20/06 as 15hs

Segunda feira, dia 20/06 as 15hs, haverá uma audiência pública na câmara de vereadores de Imbé, é importante que os surfistas compareçam em bom número para que possamos pressioná-los. Foto: Ondas do Sul

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Matéria na RBS sobre a sinalização das áreas de surf no RS

Começa aos 8min e 55s uma reportagem da RBS que fala sobre a demarcação das áreas de surf no Rio Grande do Sul. O entrevistado Anderson Bildhauer, é diretor técnico da ASQUI (Associação dos Surfistas de Quintão). Veja! Comente!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Apreensão de redes de pesca ilegais

Durante uma operação de Fiscalização no Rio de Palmeres e na Lagoa do Casamento, na localidade de Palmares do Sul, que se estendeu do dia 05 de maio (quinta-feira) até a data de hoje, dia 09 de maio (segunda-feira), a Guarnição do Batalhão Ambiental do litoral, apreendeu em torno de quatro mil metros de redes, visto que não tinham licença para esta prática, bem como, as redes de pesca estavam fora da medida permitida, e efetuaram a prisão de dois indivíduos infratores, por porte de arma (uma espingarda calibre 22) e por terem em posse dois pássaros silvestres (Trinca ferro e um frade) sendo que um destes infratores fa tinha passagem pela polícia, com registro de três abigeatos praticados. Foi recolhido também, dois barcos, sendo um de fibra e outro de madeira, que estavam sendo utilizados para caça ilegal.




Os pássaros foram encaminhados ao zoológico de Sapucaia e os infratores foram autuados e responderão aos processos legais.

As redes e os barcos foram recolhidos para a sede da Polícia Ambiental da Brigada Militar de Osório.

Um Forte e Verde Abraço

TCel Tedesco

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Apreensão de redes e tarrafas pela Policia Ambiental

Policiais Militares do Batalhão Ambiental do Litoral Gaúcho realizaram neste ultimo fim de semana, várias operações de fiscalização de pesca ilegal em Mar e nas Lagoas de Cidreira, Pinhal, Palmares do Sul e Mostardas, tanto nas barreiras realizadas nas estradas, quanto nas operações embarcadas no mar, rios e lagoas foram recolhidas no total 23 redes de pesca, 09 tarrafas e 02 espinhéis, que ficavam instaladas tanto nas lagoas, quanto nas praias em áreas de banho e de surf, oferecendo riscos aos banhistas e aos praticantes de esportes aquáticos.





Todo o material foi recolhido ao quartel do Batalhão Ambiental de Osório, para as devidas providências Legais.

O Major Tedesco, Comandante do 1º Batalhão Ambiental, com sua área de ação em todo o Litoral Gaúcho, agradece o apoio da população, pois graças as denúncias direcionadas a Polícia Ambiental, se conseguiu localizar estes crimes ambientais.

Um Forte e Verde Abraço
Major Tedesco
Cmt do 1º Btl Ambiental BM

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Cuidado - Rede de pesca em área de surf no Quintão

Cristina Alves nos enviou o seguinte texto via facebook:

FLAGRA! "Hoje pela manha (15/04/11-9:00 am), foi registrado um ato irresponsavel de pescadores que ainda insistem em desrespeitar os limites das areas demarcadas para surf no RS.
O fato ocorreu por volta das 9 hrs da manha desta sexta feira na praia de quintão, onde um surfista registrava fotos das condições do mar, e um grupo de pescadores foi avistado instalando calões de pesca dentro da área que é designada para surf na praia!


"Este se apresentou, solicitando gentilmente que as redes fossem migradas para a area de pesca, o que causou revolta dos pescadores que o ameaçaram e se recusaram a retirar as redes.Novamente apos 1 hora, voltou a praia onde lá estavam os pescadores que partiram para cima do carro jogando pedaços de madeira e agredindo o mesmo que se defendeu e acabou revidando aos golpes."


"Sendindo-se no direito um pescador do grupo foi até a delegacia e registrou uma ocorrência no qual alegou ser vítima de violência e que não sabia que existia uma area própria para pesca na praia. A ocorrência foi registrada e assinada por ambos e irá a julgamento em data ainda não especificada pela PM."

Deputado Mendes Ribeiro recebe representantes da Ong MaRSeguro

Em reunião com representantes da Ong MaRSeguro – Instituto Thiago Ruffato, nesta sexta-feira, o deputado federal Mendes Ribeiro Filho (PMDB-RS) informou que solicitará à Câmara levantamento de projetos e legislação sobre pesca e surf. O parlamentar demonstrou seu apoio à causa e o interesse de lutar por legislação nacional que traga maior segurança para banhistas, surfistas e pescadores. “Tenham-me como parte ativa desse processo”, enfatizou o parlamentar.


Segundo Neuza Rufatto, mãe do surfista Thiago Rufatto, que perdeu a vida no dia 1° de novembro de 2010, em Capão da Canoa, é preciso buscar alternativas de pesca mais seguras para substituir as redes. “Não quero que nenhuma mãe passe o que eu passei.” Também participaram da audiência o vice-presidente da Federação Gaúcha do Surf, Nison Guarda, o diretor de segurança da entidade, Virgílio Matos, e o representante da ONG MaRSeguro Felipe Longhi Malheiro.


A luta é constante, nós do Instituto Thiago Rufatto estamos buscando melhorias para todos os gaúchos. Contribua conosco acompanhando nossas notícias e divulgando-as aos seus amigos, através das redes sociais ou email.

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ong.marseguro@gmail.com
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segunda-feira, 11 de abril de 2011

SJDH reúne pescadores e surfistas para discutir redes no mar



Nos últimos anos, 49 surfistas morreram na orla marítima do Rio Grande do Sul por redes de pesca e pelo fato de as medidas até agora adotadas serem insuficientes para a solução do problema. Em clima tenso, pescadores e surfistas defenderam suas posições em reunião, na tarde de quinta-feira, proposta pela Secretaria da Justiça e dos direitos Humanos para a busca de uma solução. Representando a SJDH, o secretario adjunto, Miguel Velasquez, mediou a conversa e, por vezes, interveio, tentando amenizar a situação e encontrar um acordo que beneficiasse ambas as partes.


Estiveram presentes no encontro, representantes da Brigada Militar, pescadores, surfistas, mães, familiares e amigos de vítimas que perderam a vida no mar devido à pesca inadequada, além de fundadores da ONG “Mar seguro”, que luta contra utilização de redes como método de pesca.

Os defensores do surf reclamam que a fiscalização não está cumprindo o seu papel, que as redes não são identificadas como deveriam, além de estarem sendo colocadas em lugares inadequados e não sinalizados. Eles ainda argumentam que o Rio Grande do Sul é o único Estado no Brasil que permite a utilização destes cabos para a prática de pesca. Já os pescadores reivindicam locais fixos, sinalizado e demarcados para evitar esse tipo de problema. Em resposta, um representante da BM diz que a Brigada se associa aos esforços de preservação à vida, e faz o possível para atender todas as demandas.



A BM é responsável por atender denúncias e retirar qualquer rede que esteja sendo usada em desacordo com a lei. A situação atual não permite redes não identificadas, em locais não autorizados ou sinalizados. O secretário adjunto da SJDH afirma que a fiscalização deve ser feita tanto para pescadores quanto para surfistas e ressalta a importância do papel da sociedade em denunciar qualquer irregularidade: “Devemos fazer uma rede de solidariedade, informação e denúncia para apaziguar esta situação.”



No final da reunião, ficou acertado que a fiscalização durante o feriado de Páscoa será intensificada para evitar acidentes, enquanto providências definitivas não forem tomadas. Também ficou definido que o trabalho realizado pelo Ministério Público em acordo com surfistas e pescadores será operacionalizado pela Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos. Caberá à SJDH monitorar as questõs tanto no que se refere à sinalização, que é de responsabilidade dos municípios, quanto em melhorias na estrutura da Brigada para fazer a fiscalização.

Fonte: http://www.sjdh.rs.gov.br/?model=conteudo&menu=1&id=133&pg=

terça-feira, 29 de março de 2011

ONG maRSeguro e FGSurf reúnem-se com o comando geral da brigada militar

Na tarde da última terça-feira, dia 29 de março de 2011, a maRSeguro, representada por sua presidente Neuza Rufatto, acompanhada de Nalu Machado, Maria Catarina, Ana Maria Boeira, Rosane Kaiser, Tiago Cardoso e Virgílio de Matos, componentes da ONG, juntamente com o presidente da Federação Gaúcha de Surf (FGSurf) Orlando Carvalho, reuniram-se com o Comandante-Geral da Brigada Militar, o Coronel Sérgio de Abreu.

Virgilio entregando a denúncia da ONG ao Comandante-Geral da Brigada Militar Sérgio de Abreu



O objetivo principal desta reunião foi, apresentar ao Comandante, dois documentos em forma de denúncia, o quais continham as principais reivindicações na busca por condições melhores para o nosso litoral. Um deles foi criado por nós da ONG (que pode ser lida ao final deste post), e outro feito com base nas solicitações da FGSurf.


Além da oportunidade da apresentação das duas entidades, os familiares das vítimas, envolvidos com a maRSeguro, contaram ao Coronel um pouco da sua dor com os fatos ocorridos, juntamente com algumas idéias de como melhorar a questão Pesca x Surf x Banhistas x Salva-vidas.

O Comandante frisou que, ao assumir o comando da Brigada Militar no início desse ano, encontrou algumas dificuldades, principalmente em relação a falta de planejamento do governo anterior, o que trouxe algumas dificuldades e morosidades na execução da operação golfinho 2011. Informou também que começará desde já um planejamento para que a Operação Golfinho 2012 seja executada com mais eficiência e organização. O Coronel aproveitou para nos informar sobre o estudo que está sendo feito, para a criação do Centro de Treinamento e Salvamento Aquático, que terá sua sede na praia de Tramandaí. Este, servirá para capacitar e qualificar de profissionais desta área.


Durante esta reunião tivemos uma boa notícia através do Orlando Carvalho. A rede ilegal que estava em Atlântida Sul havia sido retirada, sob o comando do Major Tedesco, sem maiores problemas.

Leia abaixo a denúncia entregue ao Cel Sérgio de Abreu.

DENÚNCIA
Levamos ao conhecimento do Poder Público que nos últimos 27 anos ocorreram no litoral gaúcho 49 mortes de surfistas, ocasionadas por redes de pesca de cabo fixo e centenas de mortes de pessoas vítimas de afogamento, por falta de salva-vidas, profissionais sem qualificação técnica e falta de infra-estrutura de segurança e emergência em nosso litoral.

Atualmente, no período que compreende de dezembro ate março é realizada a Operação Golfinho, durante a qual o governo suspende a utilização de redes de pesca de cabo fixo e disponibiliza salva-vidas, que enfrentam as dificuldades do trabalho com estrutura e treinamento bem aquém da exigência do nosso litoral.

Chegamos ao final de março, e não se sabe ao certo se teremos salva-vidas estrategicamente designados para os períodos de maior afluência de público durante o ano (feriadões e datas comemorativas), e as armadilhas que matam surfistas (leia-se redes de cabo fixo) são liberadas para utilização pelos pescadores. Este é um dado alarmante que não pode ser ignorado pelo governador Tarso Genro.

Tendo em vista, os dados acima citados, os familiares e amigos de vítimas decidiram não ser omissos e uniram forças, a fim de evitar que mais mortes ocorram e outras famílias sofram tragédias. Para isso foi criado o Instituto Thiago Rufatto, também denominado ONG maRSeguro, cujos objetivos estão expostos abaixo:


· Segurança no mar:

* Exigimos a presença de salva-vidas treinados e capacitados (RCP), não só durante a operação golfinho, mas também durante os períodos de maior fluxo de pessoas no litoral, por exemplo, feriadões;

* Extinção das redes de pesca de cabo fixo, sendo substituídas por outras formas de pesca, mais rentáveis e seguras tanto para a população em geral como para os pescadores.

· Infraestrutura:
* Guaritas em condições de uso, equipamentos de salvamento (Jet-ski, rádios comunicadores, maior número de ambulâncias equipadas e exclusivas para este tipo de ocorrência, além de hospitais preparados para emergências com risco de morte);

Reivindicações:

* Audiência com nosso Governador, Tarso Genro, com os Comandantes da Brigada Militar e da Operação Golfinho (Norte e Sul), para expor os problemas e irregularidades na região litorânea gaúcha, a fim de buscarmos soluções para os problemas acima citados;

* Canal específico e eficiente, para denúncias em relação a problemas de segurança em nosso litoral. Por exemplo, telefones, e-mails, redes sociais;

* Fiscalização por parte do poder público, com a criação de um comando específico para atuação permanente, visando ao cumprimento das leis estaduais e federais relativas à matéria;

A ONG maRseguro, através deste documento, torna pública esta denúncia e deixa ciente o governo do estado dos riscos de vida que a sociedade gaúcha seguirá sofrendo caso estes problemas continuem sendo ignorados e estas reivindicações não sejam atendidas.

Ressalta-se que, verificada a manutenção desta situação, a ONG maRSeguro responsabilizará o Estado e seus agentes pela OMISSÃO em caso de mais vítimas fatais.

Neuza Rufatto - Presidente
Instituto Thiago Rufatto – ONG maRSeguro – neuzarufatto@hotmail.com - (51) 9991-8553

quarta-feira, 23 de março de 2011

A fé que mata

Por Gabriel de Mello
Fotos Harleyson Almeida
Geralmente escapulários, crucifixos, patuás, figas, amuletos e muitos outros objetos são utilizados para simbolizar a fé, além de pedir proteção. Até aí tudo bem, é válido, é uma representação física de nossas crenças. Mas na manhã desta quinta-feira (17/03), o destino deixou um grupo de dez pessoas, entre elas surfistas experientes, policiais e bombeiros, surpresos ao verem um escapulário preso em uma bóia na ponta de uma rede de pesca a deriva, em frente à Plataforma de Atlântida.
Puxa, logo num equipamento que já tirou 49 vidas preciosas, enquanto se divertiam praticando seu esporte favorito. Muitas pessoas podem dizer que é uma visão alarmista, carregada de partidarismo. Sim, é uma visão alarmista e carregada de partidarismo pela vida.
Prezo pela vida, quero ver as famílias sorrindo, com lágrimas nos olhos apenas de alegria e orgulho. Não quero ver uma mãe chorando a morte de um filho jovem, que ainda tinha tantos desafios pela frente. Morrer é uma das únicas certezas que temos nesta vida, mas não assim, não de maneira brutal e sem chance alguma de defesa para o surfista.
Foram necessários 10 homens preparados e habilidosos para poder retirar a ponta de rede, a bóia e o cabo que estava localizada ao lado da Plataforma de Atlântida. Será que um surfista dentro da água, preso de surpresa em pleno desespero, teria chance? Não, sem chances.
A Federação Gaúcha de Surf recebeu a informação de que uma rede de pesca, ou parte dela, foi encontrada no local no final desta terça-feira (15/03). Imediatamente o presidente da FGSurf, Orlando Carvalho, acionou a Brigada Militar e providenciou um alerta para os surfistas não entrarem no mar naquele local. Já na manhã desta quinta-feira (17/03) em uma soma de esforços foi possível a retirada do artefato assassino de dentro da água. Nele, estava preso o escapulário que para alguns trás proteção. Que ironia.
Se você for surfar, por favor, não se esqueça de caminhar na beira da praia para se certificar de que não existe nenhum cabo fixo com uma rede na ponta. Além disso, respeite as áreas destinadas à prática da pesca e do surf. Respeite e conheça também as marés e correntes, além dos primeiros socorros, mesmo que neste caso eles sejam inúteis. Nunca surfe sozinho. São regras básicas que podem ajudar a salvar sua vida desta verdadeira pesca humana.
Não sou de maneira nenhuma contra os pescadores, nem quero acabar com seus sustentos. Ao contrário, sou a favor de um meio de vida que os remunere dignamente. Como a pesca embarcada, por exemplo, que pode render até 10 vezes mais que este tipo arcaico e assassino utilizado hoje.
Não tenho dúvida de que um pescador ao instalar sua rede, em momento algum, tem o objetivo de tirar a vida de um ser humano. Ao contrário, ele quer buscar seus pescados para sobreviver. Mas o que podemos observar nos últimos anos é que 49 pessoas morreram presas em cabos e redes somente na costa gaúcha. Claro, já ia me esquecendo, somente aqui do Rio Grande do Sul existem casos como este. Em nenhum outro lugar no mundo se tem registro de mortes brutais como esta.
É meus amigos, lhes apresento mais uma face da fé que mata...
Fonte: FGSurf
Gabriel de Mello
Assessoria de Comunicação da Federação Gaúcha de Surf
51 99429922 - @FGSurf – imprensafgsurf@gmail.com – www.fgsurf.com.br

quinta-feira, 17 de março de 2011

Cabo que estava em área de surf de Atlântida foi retirado hoje

Na mesma semana em que foi liberado o uso de cabos de rede de pesca na orla das praias gaúchas, uma nova ameaça aos surfistas surgiu no mar de Atlântida, próximo à plataforma.

A presença de uma boia com uma corda que ultrapassava toda a extensão da plataforma causou preocupação entre os praticantes do surfe. Avisado do problema, o presidente da Federação Gaúcha de Surfe, Orlando Carvalho, mobilizou Brigada Militar, Bombeiros e colegas para recolher o cabo.

>> Cabos de pesca são liberados no litoral

Foram necessários dez homens para retirar a corda do mar. O grupo, formado por cinco surfistas e cinco bombeiros, levou duas horas para concluir a operação. Um jet-ski, cedido por uma empresa que trabalha para a federação gaúcha, facilitou o acesso ao cabo.

— Acredito que a corda tenha vindo de alto-mar. Estava sem a rede de pesca, era apenas a boia e a corda. Provavelmente os pescadores tiraram a rede pois sabiam que a ressaca levaria a corda adiante — disse Carvalho. Segundo ele, são justamente as cordas soltas no mar as causas da maioria das mortes de surfistas no litoral gaúcho:

— Pelo menos 80% das mortes de surfistas são em decorrência de ficarem presos a esses cabos.

Desde terça-feira, pescadores foram autorizados a usar cabos de rede de pesca na orla das praias gaúchas. Proibida em dezembro passado, a restrição fez parte de um conjunto de medidas para solucionar o impasse entre surfistas e pescadores.

Em novembro passado, a morte do estudante Thiago Rufatto, de 18 anos, reativou a polêmica sobre a demarcação de áreas para surfe e para pesca. Preso em um cabo enquanto surfava, em Capão da Canoa, Rufatto permaneceu cerca de 30 minutos submerso. A sinalização com o aviso das demarcações dos locais liberados para surfe e pesca estavam em um depósito da prefeitura do município.

Durante três meses, uma comissão elaborou um estudo estabelecendo as regiões mais adequadas para o surfe e para a pesca. O grupo, formado por representantes das duas categorias, visitou todos os municípios do Litoral Norte para dialogar com as entidades representativas e atender às peculiaridades de cada local.

Matéria copiada de OndasDoSul.com.br

Demarcação das áreas de surf no litoral norte gaúcho

Divulgue o link (http://goo.gl/LG9Hj) desse post e mantenha todos seus amigos informados sobre as regiões mais seguras para banhistas e surfistas.

Acompanhe a ONG maRSeguro no twitter através do @ongmaRSeguro


Visualizar Áreas demarcadas para surf no Litoral Norte em um mapa maior

quarta-feira, 2 de março de 2011

Reportagem da Tv Unisinos sobre o surfista Thiago Ruffato

Reportagem da Tv Unisinos sobre o surfista Thiago Ruffato, vítima de redes de pesca no litoral gaúcho e sobre como essa dor mobilizou parentes e amigos à criarem a ONG maRSeguro, Instituto Thiago Ruffato.



Reportagem de Fernanda Schmidt.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Setur recebe reivindicações da ONG maRSeguro para ampliar segurança de banhistas no Litoral Norte

Representantes da ONG Mar Seguro solicitaram apoio da secretaria

Fotógrafo: Valeria Pereira
Representantes da ONG Mar Seguro - Instituto Thiago Rufatto estiveram na Secretaria do Turismo, na tarde desta quarta-feira (23), para reivindicar ações no Litoral Norte. O objetivo é evitar que mais pessoas morram presas às redes de pesca.

De acordo com Neuza Rufatto, mãe do surfista Thiago Rufatto, que perdeu a vida no dia 1° de novembro de 2010, em Capão da Canoa, a ONG surgiu para conscientizar a sociedade e o governo sobre um problema que, segundo ela, só ocorre no Rio Grande do Sul. A ONG solicitou que a Setur ajude na distribuição de folders educativos nas praças de pedágio da Concepa, do Consórcio Univias e nas rodoviárias, além de providenciar uma sinalização mais eficaz à beira-mar.

Outro pedido foi que os salva-vidas permaneçam no litoral durante o ano todo ou, ao menos, nos feriadões. "Agora termina a temporada e todos abandonam seus postos. E nós sabemos que os surfistas costumam frequentar a praia também no inverno. E sem segurança fica muito difícil evitarmos mais mortes", ressalta o presidente da Federação Gaúcha de Surf, Orlando Carvalho.

Entre os principais problemas apontados pela comitiva surgiu, também, a falta de aparelhamento dos salva-vidas que atuam no Estado. "Em Santa Catarina, os profissionais contam com prancha, jet sky e até ambulância para atender os casos mais urgentes. Aqui não temos nada disso à disposição", lamenta Carvalho.

A Setur, como coordenadora da Operação Verão 2011, comprometeu-se a tomar as providências cabíveis para tentar solucionar o problema. A curto prazo, será reforçada a sinalização e fiscalização na beira da praia, em parceria com a Patrulha Ambiental. Um planejamento mais detalhado prevê a substituição das redes dos pescadores por botes ou outras embarcações que forneçam condições de sustento a quem vive da pesca e melhores condições de trabalho aos salva-vidas.

Fonte: Secretária de Turismo



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

ONG maRSeguro fará divulgação em competição na praia de Magistério

Componentes da ONG maRSeguro estarão presentes no evento informado abaixo, afim de divulgar nossas idéias e objetivos.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Litoral Gaúcho - Permanente Estado de Emergência

Esse belo texto abaixo, foi escrito por Felipe Longhi Malheiro, autor do livro "Dos Sonhos e seus efeitos colaterais" e componente do Conselho Deliberativo do Instituto Thiago Rufatto, ONG maRSeguro. Apreciem.

Exército Israelense. Construções adaptadas e alertas contra tornados no meio-oeste dos Estados Unidos. Condutas, políticas, obras, acessórios, roupas especiais contra o frio no Canadá, Europa, sul da Argentina e no Chile. Tecnologias em edifícios para minimizar efeitos de terremotos no Japão, México, Nova Zelândia.

Condições extremas de realidade costumam ensejar respostas à altura de parte da população e dos governos de determinados lugares. Onde quer que se verifiquem fenômenos de alta intensidade, com certa periodicidade, provavelmente também haverá inteligência humana e tecnologia de ponta aplicadas à prevenção e resolução de problemas. Grandes perigos, grandes esforços, grandes soluções.

O Rio Grande do Sul possui um dos ambientes marítimos mais inóspitos e perigosos do mundo. Desnecessário falar sobre os riscos aos navegantes, os ventos inacreditáveis de sul, sudoeste, nordeste, de baixo, de cima, a cor e a temperatura média da água, os dias de “chocolate”, a força das correntes, os buracos, e o repuxo na beira... Ainda assim, essa costa de características teoricamente tão pouco interessantes atrai milhões de pessoas a cada verão, e até fora de temporada, e isso é o que importa. Afinal de contas, estar perto do mar é, inegavelmente, estar perto do mar. E não vamos esquecer dos dias “perfeitos” (neste verão de 2011 até bem numerosos) na beira da nossa praia, que nos emocionam tanto e produzem até manchete de jornal.

Todas as referências feitas no primeiro parágrafo são respostas a grandes exigências naturais onde as pessoas querem viver. Mas, e no nosso litoral, de 8 mortes por afogamento em um mês de verão 2011.

Um enorme contingente de banhistas, esportistas e pescadores usufrui do nosso pedaço de oceano em completo desacordo com o que se convenciona chamar de tradição gaúcha de politização e civilização. Temos um mar perigosíssimo que é tratado por grande parte das pessoas como se fosse uma piscina com água pela cintura – e para cuidar dos banhistas, nossos salva-vidas, ainda que preparados (não se pode duvidar da dedicação dos profissionais da Brigada Militar), com certeza não dispõem dos mais avançados meios de trabalho e treinamento, como um mar tão complexo exigiria, e muito menos de material próprio para a atividade – basta ver, por exemplo, as recentes matérias veiculadas pela imprensa sobre a situação das guaritas dos salva-vidas no Litoral.

Além da gravíssima questão dos banhistas, há o caso das mortes de surfistas em redes de pesca, que já beiram o incrível número de 50 desde 1983. Nesse delicado aspecto, existem fatores como redes de pesca “sem dono” colocadas em áreas de surfe, a discussão do método de pesca adotado no Rio Grande do Sul, com redes que constituem literais armadilhas humanas em muitos casos, sinalização e fiscalização parca ou inexistente das áreas reservadas para pesca e esportes aquáticos, pouca informação de muitos esportistas em relação aos reais riscos a que se expõem ao entrar nos (inúmeros) dias de mar bravio.

O Oceano Atlântico, nestas paragens do Hemisfério Sul, é um ambiente em permanente estado de emergência. E, como tal, com medidas vigorosas, certeiras e perenes, deve ser tratado. Deve ser estudado, discutido, receber investimentos. Quem vive do mar, e quem dele usufrui para seu justo lazer, deve entender e ser informado, em todos os aspectos, sobre “onde está se metendo”. Não estamos lidando com o mar do Caribe em tempos de calmaria. Longe disso.

Em virtude de uma triste sequência de eventos, movidas pelo amor àqueles que partiram e pela vontade de evitar que mais pessoas sofram o que sofrem, as famílias de algumas das vítimas da situação em que se encontra o nosso litoral, unem-se, por meio de uma nova entidade, a instituições representativas de esportistas, salva-vidas civis, deputados, ao Ministério Público Estadual e aos cidadãos em geral para buscar soluções a esse quadro tão grave quanto surreal.

O Instituto Thiago Rufatto - ONG maRSeguro, que leva o nome do surfista falecido no último dia 1º de novembro, vítima de uma rede de pesca,  foi fundado em dezembro de 2010 com um só intuito: salvar vidas no litoral gaúcho. Não se trata de “reinventar” atividades que já se encontrem em prática, ou sugerir que “nada nunca é feito” – a busca é, sim, por somar novas e enérgicas iniciativas às que já existem, e tratá-las todas em um contexto sistemático, maior, fazendo com que sejam intensificadas, ampliadas, recebam mais investimentos, e que as ações vindouras sejam efetivas e eficazes. Conscientizar banhistas e esportistas; buscar, com diálogo e estudo, por meio dos órgãos competentes, alternativas mais modernas, rentáveis e seguras às redes de pesca fixas; aprimorar e modernizar constantemente o serviço de salva-vidas, e atuar junto a órgãos estatais para que cumpram o seu sagrado e Constitucional dever de defesa da vida.

E seria proibido pensar em infra-estrutura de excelência, desde a prevenção de afogamentos até hospitais modernos e bem estruturados, na exata proporção imposta pelo nosso litoral? Não mesmo! Um salto de qualidade no tratamento da região é, sem dúvida, desafiante para um novo governo. Mas também uma grande oportunidade de fazer a diferença na história do Rio Grande do Sul.

O trabalho da ONG maRSeguro já começou, e tem elevado a consciência e chamado atenção de toda a sociedade para a causa. E, junto a fundamentais participantes do trabalho em prol da vida no litoral, como tem sido o Ministério Público Estadual, a Federação Gaúcha de Surf e vários pescadores de nossa costa, o progresso já pode ser sentido, como demonstra o trabalho para implementação do que diz a Lei Estadual 13.660 (veja aqui detalhes) quanto à demarcação de áreas de pesca e surfe. (clique aqui para ver o texto da lei). É um belo início de um processo longo e que exigirá muita determinação e foco nas soluções.

O mar do Rio Grande do Sul existe em permanente estado de emergência, e assim deve ser tratado, para o bem de todos. É uma questão de vida, e nada que simbolize sua preservação pode ser desprezado.

Para conhecer o trabalho do Felipe acesse seu site em: http://felipelonghimalheiro.com/

Não esqueça de adicionar a ONG maRSeguro em suas redes sociais e contribuir para a divulgação da organização que busca por melhores condições para o litoral gaúcho, priorizando a vida.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

ONG Mar Seguro começou a distribuir 20 mil panfletos

Amigos e parentes de surfista morto fazem mobilização no Litoral Norte

ONG Mar Seguro começou a distribuir 20 mil panfletos

João Vitor Santos, de Atlântida | joao.vitor@rdgaucha.com.br

Um mar seguro para todo mundo. Esse é o desejo do grupo de 87 pessoas liderado por Neusa Rufatto. Ela é mãe do surfista Tiago Rufatto, 18 anos, que morreu enrolado em redes de pesca em novembro do ano passado. Na manhã de hoje, a ONG fundada pela família, a Mar Seguro, fez sua primeira ação na praia de Atlântida. Eles querem percorrer todo o litoral norte explicando a importância de ter áreas com demarcações específicas para pesca, surf e banho.

— É pelo amor ao meu filho e aqueles que gostam do mar que estou fazendo isso. Depois de sentir a dor da perda, percebi que as praias gaúchas estão à deriva. Precisamos mobilizar as pessoas e agir — pontua Neusa.

Sentado na arreia com seus filhos Nicolas, 4 anos, e Martina, 2, o médico Fernando Kronbauer, 35 anos, de Porto Alegre, acompanhava a movimentação. Ele surfa em praias gaúchas há pelo menos 25 anos. Orgulhoso, conta que o filho já brinca com a prancha no mar. Ele, que já ficou preso em um calão (barra que segura redes no mar), defende a demarcação.

— E essa demarcação deve ser de áreas muito largas. Aqui no sul, devido as fortes correntes, muitas vezes somos levados a longas distâncias muito rápido — diz o médico, que ainda destaca que as regras devem ser cumpridas e fiscalizadas também fora do veraneio. É o período em que a praia fica vazia, entregue apenas a surfistas e pescadores.

O Ministério Público fechou acordo com os pescadores para que não coloquem redes na praia até março. Nessa semana, um grupo formado pelo MP, pescadores e surfistas começou a percorrer as praias do Litoral Norte. O objetivo é discutir a melhor forma de fazer as demarcações.

Fonte: ZH - http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3199710.xml


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mobilização


Amigos(as) Sabado 05/02 a ONG MARSEGURO - INSTITUTO THIAGO RUFATTO fará uma mobilização na Plataforma de Atlântida as 11hs, nossa luta é por um Mar Seguro, sem Redes na Praia, Salva Vidas o ano todo, Jet Skys á disposição dos Salva Vidas, Utis Móveis, queremos um minimo de qualidade e segurança no nosso Litoral.

Venha junte-se à nós!!!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

ONG maRSeguro cede entrevista ao canal de TV Woohoo

ONG maRSeguro cede entrevista ao canal de TV Woohoo

Entrevista cedida por Virgílio Mattos ao canal de esportes radicais Woohoo, em nome do Instituto Thiago Rufatto, ONG maRSeguro. O principal ponto da entrevista fala sobre a ampliação da área mínima de surf no litoral gaúcho que passa de 400m para 2.100m.

Parabéns a todos envolvidos na ONG por mais este grande passo.

E não esqueça de acompanhar as redes do Instituto Thiago Rufatto em:

Blog: http://ong-marseguro.blogspot.com/
E-mail: ong.marseguro@gmail.com
Twitter: @ongmaRSeguro
Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100001876341538
Página oficial no Facebook: http://www.facebook.com/pages/ONG-maRSeguro/126351294090779
Perfil no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=12672063453025829710
Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=108734396
Canal no Youtube: http://www.youtube.com/user/ongmaRSeguro




video

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Mais de 2km de redes apreendidas

Segundo se vê na matéria de ZH abaixo, há muita fiscalização da PATRAM sobre redes ilegais de pesca, assim peixes e camarões estão a salvo ... Quanto a fiscalização das redes ilegais que matam seres humanos no mar ... Quem sabe um dia o poder público dê aos surfistas e banhistas o mesmo tratamento dado aos peixes e crustáceos ... Quem sabe um dia os salva-vidas serão selecionados pela sua capacidade em salvar pessoas e não eliminados por usarem tatuagens.... Quem sabe um dia... mas não perdemos as esperanças Governador Tarso.

Abaixo matéria da ZH:

Mais de 2km de redes de pesca irregular já foram apreendidos no Litoral Norte.

Pesca está proibida desde novembro e volta a ser permitida no final deste mês na região

Desde o começo da temporada, 2,5km de redes, além de 55 tarrafas, já foram apreendidas pela Patram (Patrulha Ambiental da Brigada Militar). Durante o período da piracema, que começou no dia 1° de novembro, é proibido pescar com redes.

Mesmo assim, 100kg de peixes já foram apreendidos e 16 pessoas foram presas pelo crime de pesca ilegal, que tem pena de três anos de detenção. Segundo o comandante da Patram de Tramandaí, o tenente Claudiomir da Silva Pedro, quando vivo o peixe é devolvido ao mar, e quando morto, passa por análise para depois ser doado.


Foto: Divulgação/BM

– Após laudo da vigilância sanitária, de um biólogo ou veterinário, nós doamos para instuições de caridade. Os que não passam, são doados para o Ceclimar para servir de alimentação para lobos marinhos ou pinguins – explica.

Volta a ser permitido pescar com redes no dia 31 de janeiro, desde de que o pescador tenha registro junto oficial do Ministério das Pesca e licença ambiental do Ibama. A pesca do camarão também estava proibida até semana passada. Antes disso, foram apreendidos 600kg foram apreendidos no Litoral Norte do Estado.

Fonte: Igor Carrasco | igor.carrasco@rdgaucha.com.br
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3183219.xml